Superstições

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

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Gato preto
O gato já foi adorado como uma divindade (cultura egípcia..) e perseguido como encarnação das forças do mal. 
Devido aos seus hábitos noturnos, decorrentes da preferência pela caça fizeram nascer e crescer na Idade Média a ideia de que ele tinha parte de um ser maligno, principalmente se fosse preto, porque essa era a cor que simbolizava as trevas.
 Hoje em dia o gato simboliza a magia sem malícia e considera-se geralmente que é um animal que dá sorte. 

Aranha
Na Idade Média consideravam-se as aranhas como insectos benéficos, trabalhadores e portadores de boa sorte, acreditavam igualmente, que as suas teias purificavam o ar. 
Para os hindus e para o povo judaico, a aranha é considerada um símbolo de trabalho, de amor e de prudência.

Dia 13
Acredita-se que esta crença tenha a sua origem em lendas nórdicas.
Dizes-se que foi organizado na morada celestial das divindades (Valhalla) um banquete para 12 convidados. Porém, Loxi (espírito do mal e da discórdia) apareceu sem ser convidado e iniciou uma discussão que ocasionou a morte de Balder, o favorito dos deuses. O número ficou marcado como símbolo do azar.

Ferradura
Este objeto era considerado um amuleto poderoso na Grécia Antiga, dado que era feito de ferro, elemento que os gregos acreditavam proteger contra todo mal e o seu formato lembrava a Lua crescente, símbolo de fertilidade e prosperidade.


Bater na madeira

Esta superstição está associada à crença de que as árvores eram a morada dos deuses. Sempre que se sentiam culpados de algo, batiam no tronco para invocar as divindades e pedir perdão. Costume ligado a povos primitivos pagãos. Os celtas, também tinham um costume parecido. Os sacerdotes, os druidas, batiam na madeira para afugentar os maus espíritos.

Escada
Alguns acreditam que a superstição surgiu na Europa Medieval. Quando um castelo era atacado, a ponte levadiça era recolhida. Um dos únicos meios de invadir era usar escadas. A defesa para este tipo de ataque era atirar óleo fervente ou por piche nos muros do castelo para repelir os invasores. Quem segurava as escadas, geralmente recebia um banho mortal. Portanto, segurar uma escada por debaixo passou a significar má sorte. 

Espelho

Há milhares de anos, acreditava-se que a imagem de uma pessoa, seja numa pintura ou mostrada em um reflexo, era parte dela própria, e qualquer coisa que acontecesse com a imagem, sucederia também a ela. Mais adiante, os gregos tinham o costume de ler o futuro a partir da imagem de uma pessoa refletida sobre uma tigela com água.  Os romanos herdaram esse hábito, acrescentando que a má sorte se estenderia por cerca de sete anos. 

Trevo de Quatro Folhas

A sorte atribuída aos trevos de 4 folhas deve-se a sua raridade na natureza.O número quatro é considerado mágico em muitas culturas, por vários motivos: são quatro os pontos cardeais, as estações do ano, os elementos (terra, ar, fogo e água) e as fases da Lua. Quatro são as letras do nome de Deus (YHVH, Javé) entre os hebreus; número também dos evangelistas e dos braços da cruz, entre os cristãos. 

Cruzar os dedos

Quando se formula um desejo, conta-se uma mentira ou frente a algum perigo, é costume cruzar os dedos. O gesto, que evoca uma cruz, conjura a má sorte e afasta as influências maléficas, segundo os supersticiosos.A origem do simbolismo remonta aos  antigos tempos pagãos.


Luz e Escuridão

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